
No limiar instante
que te perco
solto sombras solteiras
nas névoas luarentas
da obscuridade
e no distante
além
o soneto que te escrevo
sem temor
é arrojado
desobscurecido
pelos rombos
da alma
sem pressas
em cada pétala arrancada
deste meu abraço sonoro
uma a uma
porque é o meu destino
desejar-te sem complacência
porque é meu destino
desejar-te.
Paulo Martins
2 comentários:
Paulo!!!
Aproveitei a noite de domingo para ler a tua mais recente poesia.
Bjkas!
Belo poema Paulo! Pena estares tão longe assim!!!
um abraço carinhoso pra ti
Te linkei !!!
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